segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Ortorexia. Do que se trata? Será que você tem hábitos parecidos? Cuidado!!


ORTOREXIA é o termo que os profissionais da saúde estão tratando pessoas que tem complexos com relação à alimentação, que se preocupam minuciosamente com a saúde. São pessoas que de alguma forma exageram em cuidados com a alimentação e com o corpo, o que também pode acarretar em danos severos à saúde.

Compulsivos por rótulos de alimentos, os consumidores buscam cada vez mais analisar e entender os rótulos a fim de adquirirem de certa forma, alimentos mais saudáveis. Analisando o teor de sal, açúcar e de gordura em sua maioria, muitas vezes acham que uns alimentos são mais nutritivos que outros da mesma categoria, o que muitas vezes pode trazer déficit de nutrientes importantes e excesso de outros que podem ser prejudiciais à saúde. A análise de rótulos vem sendo cada vez mais comum na atualidade, muitas vezes pela necessidade da informação, mais o excesso de cuidado e de restrição de certos alimentos essenciais, pode acarretar em problemas por deixar, algumas vezes, de comprar alimentos que poderiam ser interessantes ao organismo.

Pessoas que se preocupam minuciosamente no preparo da refeição, dependendo da preparação, que sentem necessidade de acompanhar detalhadamente quais são os alimentos utilizados e como são utilizados, porque dependendo do preparo, não apreciam a refeição, também devem ter cuidado. É uma questão individual, mais que se faz necessário um acompanhamento, pois se tornando rotineiro, pode acarretar em danos à saúde por desenvolver limitações e complexos sérios com relação à alimentação por deficiência de nutrientes.
Está cada vez mais comum as pessoas cortarem gordura, carne vermelha e carne branca da dieta, que associados a costumes exagerados e que buscam hábitos demasiadamente saudáveis, também podem desencadear danos à saúde. Na verdade, tudo em excesso pode ser prejudicial, por isso é interessante que tudo seja realizado com cuidado e com acompanhamento de um médico ou nutricionista, para que danos mais severos não sejam agregados.



É interessante se ater a cuidados básicos na alimentação, mais restringir alimentos ou condimentos pode ser prejudicial, tendo em vista que restringir algo se torna bastante radical. O sal, por exemplo, que muitas pessoas hoje em dia estão restringindo o seu consumo, em excesso pode ser bastante prejudicial, pois em longo prazo pode acarretar em hipertensão arterial e retenção de líquido, por exemplo, mais em contrapartida, retirar totalmente o sal da dieta também pode ser prejudicial, pois o sal ajuda na manutenção do fluxo sanguíneo. A recomendação no Brasil é de 6g de sal/dia, de acordo com o guia alimentar para a população brasileira (Brasil/MS, 2006).



A carne vermelha e a carne branca são excelentes fontes de proteínas, vitaminas e minerais, sendo essenciais ao organismo. Cortar essa fonte de nutrientes da dieta pode ser radical, e se faz necessário um acompanhamento e a suplementação nesse caso é interessante para suprir as necessidades do organismo. O excesso de gordura deve ser evitado, pois acarreta em deposição de gordura nos tecidos, entupimento das artérias e risco de hipertensão arterial sistêmica. Mas a falta da gordura da carne e de outros alimentos, pode desenvolver problemas na síntese de colesterol e de hormônios, pois dependem da gordura para que sejam produzidos.

Todos esses pontos devem ser analisados cuidadosamente e de preferência com o acompanhamento de um profissional especializado no assunto. São questões que podem desencadear danos sérios à saúde e gerar uma dependência de hábitos saudáveis, que vem sendo tratado como ortorexia. A restrição de algo se torna muito radical e em toda dieta o indivíduo pode consumir de tudo um pouco, desde que tenha disciplina para isso e não é necessário muitas vezes chegar a esse ponto de restringir algum alimento, pois se torna prejudicial para a própria dieta.
Disciplina é fundamental para a manutenção da saúde, mais para isso, é interessante que se tenha limites, pois até mesmo os exageros com relação aos hábitos saudáveis podem ser bastante prejudiciais à saúde e continuidade de uma dieta realmente saudável.




Por Érika Guedes Freire.


Referências:


-VITOLO,M.T.Nutrição da gestação à adolescência.Rio de Janeiro,RJ.2003.

- Jornal Hoje (05/08/2010)

- www.pubmed.gov

Boa foma de celebridades nem sempre é sinônimo de saúde








A cantora Fergie, a top model Heidi Klum e a atriz Cameron Diaz, para manterem a boa forma, adotam a famosa dieta do “vinagre de maçã”. Uma dieta inicializada na década de 70 e que consiste na ingestão de algumas colheres do vinagre de maçã antes das principais refeições do dia. No entanto, essas celebridades tomam de meio a um copo de vinagre de maçã antes das refeições.

Essa dieta é famosa porque consiste na diminuição da absorção de gordura pelo organismo que tem como consequência o emagrecimento. Haja vista que o ácido acético proveniente desse vinagre ajuda na ação da insulina, fazendo com que maior quantidade de glicose seja absorvida, estimulando então a conversão da mesma ao seu estado de reserva, o glicogênio, no fígado. Assim, para se obter energia suficiente, as reservas lipídicas, são acionadas para serem degradadas pela via denominada β- oxidação , a qual forma no final acetil-coA, FADH2 e NADH, que serão posteriormente utilizados no ciclo de Krebs e na cadeia transportadora de elétrons respectivamente para a produção de ATP. Dessa forma, com maior grau de glicose sendo absorvido no corpo, a pessoa tende a se sentir saciada por um período prolongado, o que faz o indivíduo ingerir menos alimentos e juntamente com a queima de gorduras, observa-se uma diminuição do peso.

Além disso, o vinagre de maçã, possui os ácidos málico e tartárico que matam bactérias prejudiciais da flora intestinal e do fígado, ajudando assim na desintoxicação do aparelho digestório que é intoxicado normalmente devido a má alimentação e a poluição ambiental. Adicionalmente, o ácido málico atua no ciclo de Krebs, o qual auxilia na produção de ATP, a forma energética necessária para a sobrevivência humana.

O vinagre de maçã além desses beneficios possui ferro(ajuda no transporte sanguíneo, por exemplo), ácido fólico(combate a anemia,entre outras funções) e potássio( um canal de nutrientes para as células e ajuda na dissolução de cálcio, acabando com depósitos desse íon nos tecidos, o que dificulta a obtenção de várias doenças como artrite e osteoporose).

O vinagre de maçã pode ser um excelente meio para ajudar no metabolismo do corpo desde que a pessoa saiba utilizá-lo com bom senso, porque ingerir grande quantidade desse vinagre causa disfunções severas. No caso dessas artistas, ao invés de manipular até 2 colheres de chá,desse vinagre à saladas, como é permitido por nutricionistas, elas bebem um copo cheio!

A alta ingestão de vinagre leva à total falta de apetite. Assim, elas deixam de se alimentar e passam a não receber os nutrientes fundamentais para uma regulação metabólica ideal. Essa crítica falta de vontade de comer é derivada da intensa ação do hormônio insulina, além da constante ativação da via de β- oxidação , como já dito anteriormente. Nutricionistas e médicos afirmam que o vinagre de maçã não pode ser utilizado como dieta, e sim, apenas como complemento alimentar. "Não podemos exagerar na dose de vinagre, pois o ácido acético tem a capacidade de agredir as mucosas da parede estomacal, podendo provocar gastrite ou úlcera", diz a nutricionista Lidiane Martins, diretora da NUTRY UP na área de Nutrição e Gastronomia e atua como docente do SENAC rio. O ácido acético aumenta a acidez do estômago o que aumenta a irritação e retarda o esvaziamento da mucosa gástrica. Essa mucosa pode ficar apenas inflamada, como também pode apresentar pequenas erosões que podem provocar hemorragias mais ou menos abundantes.

Quando se trata de tentar obter o peso desejado, promover a eficiência do metabolismo é absolutamente obrigatório, caso contrário, os alimentos não serão metabolizados corretamente, e de nada adiantará ter uma aparência esbelta, se interiormente estar-se-à totalmente desregulado. Fundamental é ser saudável e se for preciso deixar de seguir a moda, que assim seja.

Por Rayssa Carvalho Teodoro

Referências:

www.hypescience.com

www.saude.abril.com.br

www.fazfacil.com.br

www.pubmed.gov

www.florais.com.br

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Dieta Low Carb!




Também conhecida como Dieta da Proteína, é uma das dietas mais difundidas, que reuni um grande número de adeptos e tem como promessa a obtenção de um considerável emagrecimento em um curto período de tempo.

Trata–se de uma dieta que incentiva a redução do consumo de carboidratos da alimentação, consumindo em maior quantidade proteínas, gorduras e os micronutrientes. É uma dieta muito controversa por obter tantos aspectos positivos quanto negativos.

Os aspectos negativos dessa brusca redução de carboidratos na dieta podem ser:

· Uma alta produção do hormônio glucagon, o que gera um processo degradativo intenso, ou seja, o organismo entra em uma situação somente de degradação metabólica.

· Pela baixa glicemia, a gliconeogênese é ativada utilizando como substrato os aminoácidos, originários da hidrólise das proteínas, principalmente as hepáticas, mas podendo ser, também, as oriundas das células nervosas.

· Outra via ativada é a da glicogenólise muscular, porém, não se estabiliza a glicemia através dessa reserva energética, uma vez que a glicose armazenada no músculo é necessária para o funcionamento do próprio músculo. Essa proteólise muscular produz grande quantidade de uréia, um metabólito que será eliminado na urina.

· O organismo necessita procurar outras fontes de energia para manter suas atividades biológicas funcionantes. As alternativas de energia surgem do consumo de proteínas e gorduras, que sofrem rápida quebra para gerar energia necessária para o metabolismo ocorrer, de maneira a suprir as necessidades do organismo o que proporciona a perda de peso.

· Há uma diminuição na concentração de piruvato e, consequentemente, sua conversão a oxaloacetato. Também por causa da baixa oferta de glicose, o organismo estimula a via da gliconeogênese que consome oxaloacetato obtido de aminoácidos. Com isso, a oxidação de acetil-CoA pelo Ciclo de Krebs fica impedida e essa acetil-CoA que se acumulou vai se condensar e formar corpos cetônicos. Quando há um acúmulo dê corpos cetônicos liberados na corrente sanguínea, estabelece-se uma situação de cetose, o que ocasiona acidose sanguínea, ou seja, diminui o pH do plasma que pode gerar, por exemplo, desnaturação de proteínas, além de intoxicação, ou até levar a um estado de coma.

· O tecido cerebral utiliza como combustível principal a glicose (um carboidrato) oriunda do glicogênio hepático para realizar suas principais funções, porém, sem a disponibilidade desse nutriente, o cérebro precisa suprir suas necessidades a partir da oxidação de outros nutrientes como os corpos cetônicos, que geram energia útil para o cérebro.

· Com o aumento do consumo de proteínas, há uma sobrecarga nas funções orgânicas do fígado e dos rins, uma vez que há a desaminação de aminoácidos gerando uréia, que gasta energia, favorecendo o emagrecimento, mas sobrecarrega os rins por ser eliminada na urina juntamente com a água, o que posteriormente pode acarretar falência desses dois importantes órgãos.

Porém, é uma dieta que também apresenta aspectos positivos, os mais significativos, podem ser:

· Redução dos triglicerídeos, VLDL e também possuem um efeito significativo na redução do LDL. Ou seja,melhora a razão HDL/ LDL de forma que diminuem significativamente o risco de patologias cardiovascular, ou seja, favorecem o tratamento de dislipidemias.

· Estudos defendem que este tipo de dieta pode reduzir inflamações, uma vez que, altos níveis de insulina são correlacionados com os marcadores de inflamação, a produção de insulina é menor com as dietas baixas de carboidrato. O marcador de risco cardiovascular, PCR, desce muito rápido quando uma dieta low carb é seguida, o que, proporciona, também, redução na pressão arterial sistêmica.

Com isso, conclui-se que se trata de uma dieta bastante controversa e que fica no limiar do que poderia ser considerada realmente saudável, uma vez que gera importantes transtornos para o organismo. Por isso, torna-se mais que necessário o acompanhamento através de avaliações laboratoriais periódicas de alguns marcadores sanguíneos para observar e analisar como o organismo reage a essa série de mudanças e se ocorrer de surgir algum problema, conseguir interromper a dieta a tempo de ocasionar algum malefício.

Além disso, é de extrema importância a procura por profissionais da saúde, como Nutricionistas, que estão aptos a prescrever dietas adequadas e intervenções alimentares que condizem com a realidade de cada paciente.

Por Thaíza Pascarelli


Referências Bibliográficas:

MARZZOCO, ANITA. TORRES, BAYARDO. Bioquímica básica. 3ª ed. Rio de Janeiro. Ed: Guanabara Koogan, 2007.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Mito ou Verdade?!




“Você come no jantar? Cuidado: esse hábito sempre engorda!”


Essa frase foi encontrada em uma reportagem de uma revista feminina que retratava uma moça que ao parar de se alimentar à noite emagreceu bastante e dava dicas de como não precisar se alimentar nesse horário, uma vez que, se você come a noite você ganha muito mais peso corporal do que quando come de dia, ou seja, que se tratava de um hábito que sempre fazia com que a pessoa engordasse.

Tal informação é muito disseminada e grande parte dos leitores acredita nessa afirmação. Quem nunca ouviu: ”Quer emagrecer? Então deixe de jantar que você emagrece bem rapidinho!” ?!... Pois é, é uma frase bem conhecida, mas tomem cuidado com essas afirmações!!

Foi publicado na revista médica British Medical Journal (BMJ), um estudo que analisou tal afirmação. Foram selecionados 2.500 pacientes onde foi observado se o consumo alimentar durante o jantar realmente engordava muito mais. O Resultado de tal estudo mostrou que o jantar não tinha relação com o aumento do ganho de peso do paciente e sim a quantidade de calorias ingeridas durante o dia todo. Logo, eles concluíram que: ‘’Comer demais à noite não engorda mais do que comer demais em qualquer outra hora do dia. Pessoas que pulam o café da manhã também tendem a engordar, mas não porque comem mais à noite, e sim porque, nesse caso, comem mais ao longo do dia.”

É recomendado realizar refeições de 3 em 3 horas, de preferência com acompanhamento nutricional seguindo um plano alimentar próprio para seu perfil metabólico. Todas as refeições são muito importantes e necessárias para o organismo, uma vez que até mesmo durante o sono ele continua em atividade e realizando normalmente as funções corpóreas, como a digestão, crescimento, renovação celular entre outras. Sabendo disso, o jantar é tão importante como qualquer refeição do dia e deve conter os nutrientes necessários para o bom funcionamento do organismo.

É fato que durante a noite, o metabolismo diminui, uma vez que não há a realização de outras atividades, o que faz com que o gasto energético seja menor durante o sono, porém, como foi dito antes mesmo no sono, há necessidade de nutrientes para a continuação das tarefas do organismo. Não é recomendado abrir mão do jantar e da ceia, uma vez que o organismo fica sem receber nutrientes durantes horas por causa do sono, se essas horas forem prolongadas com um jejum desde o final da tarde, o tempo total sem recebimento de nutrientes será muito grande e o corpo entrará num estado de jejum prolongado o que o fará consumir suas próprias reservas energéticas, protéicas e lipídicas para manter os níveis necessários para o funcionamento mínimo do organismo e as conseqüências disso não são favoráveis para o corpo.

A afirmação de que “como não gastamos a energia consumida no jantar, engordaremos mais” se torna verdadeira quando se trata de um jantar/ceia farta, hipercalórica, pois são refeições mais propensas a engordar do que as que são balanceadas e leves por possuir excesso de alimentos e calorias.

Com isso, não jantar não é recomendado para perder peso. O recomendado é consumir uma refeição variada, colorida e balanceada para poder suprir as necessidades metabólicas do organismo que necessita de nutrientes para poder funcionar.

Então, continua valendo a regra: Queime as calorias desnecessárias praticando atividades físicas e mantenha uma dieta saudável, em todas as horas do dia.

Por Thaíza Pascarelli



Referencias:

British Medical Journal

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Dieta radical: a dieta Ornish







Criada pelo cardiologista Dean Ornish, autor do livro “Salvando o seu coração”, esta famosa dieta propõe refeições ricas em carboidratos como frutas e cereais, e é totalmente isenta de alimentos de origem animal como carne vermelha, peixe, frango, leite e derivados; e, portanto, há quase nenhuma ingestão de gorduras. O uso de azeite também é proibido e o consumo de alimentos industrializados é bem limitado.

De acordo com o Dr. Ornish, a retirada desses tipos de alimento promove a redução do consumo de gorduras para 10% o que tem como conseqüência direta o emagrecimento e a prevenção de doenças cardíacas. Por ser uma dieta rica em fibras, a motilidade intestinal também é auxiliada, bem como há a redução de colesterol e glicose sanguíneos. Além da dieta vegetariana, o médico também incentiva a ingestão de muita água e a prática regular de atividade física e de um estilo de vida saudável, tanto do ponto de vista físico como emocional, auxiliando a reduzir o risco de problemas cardiovasculares e mentais.

À primeira vista a dieta parece ser uma excelente via alternativa para emagrecimento. No entanto, se analisada com muita cautela e sob um longo período de tempo, observa-se resultados que podem comprometer o funcionamento metabólico. Começando pelo ponto negativo mais simples, a dieta é de difícil adesão por ter de restringir a inserção de alimentos que estão tão presentes no cotidiano de cada ser humano, como os de origem animal. Por retirar tais tipos de alimento, a falta de alguns nutrientes pode desencadear problemas como, por exemplo, a anemia: por falta de ferro, que é molécula integrante obrigatória das hemoglobinas, dificulta-se o transporte de oxigênio pelo corpo; e por deficiência de ingestão de vitamina B12, que é necessária à produção de eritrócitos, em parte do metabolismo dos aminoácidos e ácidos nucléicos e na manutenção do sistema nervoso.

Não só o surgimento de anemia é um potencial de risco, mas, também, a falta de zinco pode levar à impotência sexual, pois participa da formação e ação dos hormônios testosterona e estrógeno; além disso, causa danos ao sistema imunológico, devido sua função de reparação de tecidos e cicatrização de ferimentos. A falta de cálcio é outro agravante, pois tem funcionalidades múltiplas no corpo: ser integrante da matriz óssea, assim, a falta deste pode causar osteoporose; por fazer parte da bomba de cálcio, que estimula as contrações musculares, ele está envolvido também nas disfunções dos músculos. No caso específico das mulheres, a falta de gordura pode atrapalhar na menstruação, pois auxiliarão na duração de ciclos de mais de 180 dias, denominados amenorréias. A pouca ingestão de gordura prejudica também a absorção de vitaminas lipossolúveis, como vitaminas A, D, E e K, tanto em mulheres quanto em homens. A falta destas vitaminas também podem causar danos ao sistema imunológico do indivíduo,além de várias outras disfunções fisiológicas.

A perda de peso depende não só da retirada brusca de gorduras e proteínas animais, e sim da quantidade de alimentos ingeridos e da qualidade da dieta. Emagrecimento saudável é sinônimo de reeducação alimentar o que inclui alimentação balanceada, que provê todos os nutrientes de que o corpo necessita, e também a prática de exercícios físicos para manter o bom funcionamento de órgãos e sistemas,além da boa circulação sanguínea

Por Rayssa Carvalho Teodoro


REFERÊNCIAS:

www.drshirleydecampos.com.br

www.nutricaoemfoco.com.br